Casa Aracaju

CONSTRUÍDA

ARACAJU – SERGIPE, 2025

A casa está implantada em um loteamento fechado na orla sul de Aracaju, em um contexto afastado das dinâmicas urbanas. Diante disso, propusemos uma casa voltada para o interior do lote. Com largura e profundidade quase idênticas, o terreno levou à implantação do programa em formato de “L”, deslocando o quintal, tradicionalmente nos fundos, para o centro do lote. Esse espaço central, que recebe o sol da manhã, é delimitado pela própria casa e pelos muros, configurando um pátio com piscina para o qual se abrem quartos, varandas, sala e cozinha. No primeiro pavimento, o volume do escritório avança sobre o pátio em direção ao sol nascente, de onde se tem uma vista livre para o céu da praia da Gameleira, próxima à entrada do condomínio. A circulação de acesso ao escritório também conecta dois terraços descobertos.

O clima quente de Aracaju, marcado pela presença constante de ventos, influencia a organização dos espaços. Assim como em muitas casas da cidade, parte da sala funciona como uma varanda aberta, sem esquadrias, voltada para o pátio. A maioria das aberturas da casa se orienta para o sol da manhã, com exceção da janela horizontal da cozinha e dos acessos laterais do terreno. As poucas aberturas voltadas para a rua (acesso de pedestres, garagem e circulação do escritório) são protegidas por portas opacas em tom próximo ao branco predominante.

O paisagismo utiliza majoritariamente vegetação de restinga, ecossistema característico da costa sergipana. Grandes vasos de concreto com essas espécies também acompanham os terraços descobertos, funcionando como proteção contra o vento excessivo.

 

Autores: Daniel Mangabeira, Henrique Coutinho, Matheus Seco
Coordenação e Desenvolvimento: Julia Huff e Marina Lira
Gráficos: Lucas Ferro
Fotos: Maurício Araújo
Paisagismo: Opyá Arquitetura
Iluminação: Scharth
Obra:Eng. Bruno Melo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Casa Aracaju

CONSTRUÍDA

ARACAJU – SERGIPE, 2025

A casa está implantada em um loteamento fechado na orla sul de Aracaju, em um contexto afastado das dinâmicas urbanas. Diante disso, propusemos uma casa voltada para o interior do lote. Com largura e profundidade quase idênticas, o terreno levou à implantação do programa em formato de “L”, deslocando o quintal, tradicionalmente nos fundos, para o centro do lote. Esse espaço central, que recebe o sol da manhã, é delimitado pela própria casa e pelos muros, configurando um pátio com piscina para o qual se abrem quartos, varandas, sala e cozinha. No primeiro pavimento, o volume do escritório avança sobre o pátio em direção ao sol nascente, de onde se tem uma vista livre para o céu da praia da Gameleira, próxima à entrada do condomínio. A circulação de acesso ao escritório também conecta dois terraços descobertos.

O clima quente de Aracaju, marcado pela presença constante de ventos, influencia a organização dos espaços. Assim como em muitas casas da cidade, parte da sala funciona como uma varanda aberta, sem esquadrias, voltada para o pátio. A maioria das aberturas da casa se orienta para o sol da manhã, com exceção da janela horizontal da cozinha e dos acessos laterais do terreno. As poucas aberturas voltadas para a rua (acesso de pedestres, garagem e circulação do escritório) são protegidas por portas opacas em tom próximo ao branco predominante.

O paisagismo utiliza majoritariamente vegetação de restinga, ecossistema característico da costa sergipana. Grandes vasos de concreto com essas espécies também acompanham os terraços descobertos, funcionando como proteção contra o vento excessivo.

 

Autores: Daniel Mangabeira, Henrique Coutinho, Matheus Seco
Coordenação e Desenvolvimento: Julia Huff e Marina Lira
Gráficos: Lucas Ferro
Fotos: Maurício Araújo
Paisagismo: Opyá Arquitetura
Iluminação: Scharth
Obra:Eng. Bruno Melo

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